Conheça a história do Futebol no Brasil

Conheça a história do Futebol no Brasil

Para nós é motivo de alegria, isso valoriza o funcionário e ele se sente presente do meio da sociedade, vendo que sua empresa está participando estadual e até nacionalmente. São multidões mobilizadas a cada dia do calendário Apostas esportivas esportivo, dos mais diversos lugares, mas todos em torno deste no espaço criado dentro da cidade, a partir da identidade criada em torno da prática esportiva. A vida ganha uma dimensão real a partir da constituição desta rotina.

A partida chamou a atenção do público presente, pois o futebol era considerado um esporte bruto e impróprio para ser praticado por mulheres. Passados mais de cem anos da chegada do futebol, o Brasil transformou-se em uma grande potência no esporte. A seleção brasileira masculina é detentora de 5 títulos mundiais , e os clubes brasileiros são donos de 10 títulos mundiais e 18 títulos sul-americanos (levando em consideração a Copa Libertadores da América). A incrível mascote do Campeonato Carioca de 1948 foi o cachorro Biriba, um vira-lata branco com uma mancha preta, que entrava em campo com o time nos jogos e que se tornou uma lenda mundial.

O primeiro time criado no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888. Foi um esporte criado para atender apenas a elite, sendo excluídos os negros. O Vasco da Gama foi o primeiro time a admitir em seus quadros um jogador de cor negra, no ano de 1918 e com isso abriu caminho para que os outros clubes seguissem esse caminho. O Fluminense chegou a ter em seus quadros um jogador negro que pintava seu rosto de pó de arroz para atuar sem ser discriminado, daí o apelido que se dá aos torcedores do clube das Laranjeiras. Fatos importantes e até mesmo curiosos marcaram para sempre esse período.

Futebol no Brasil: conheça os maiores marcos do esporte no nosso país

Como a camisa branca do clube de elite da zona sul contrastava com sua pele mulata, Carlos Alberto entrava em campo maquiado com pó-de-arroz, que, ao longo da partida, ia escorrendo junto ao suor. A torcida então passou a gritar “pó-de-arroz”, que posteriormente se tornaria um apelido dos adeptos tricolores. No entanto, não demorou muito para que o football conquistasse os operários e trabalhadores também do Brasil.

Onde nasceu o futebol no Brasil?

Futebol feminino

Em 1978 o departamento transformou-se em Secretaria de Educação Física e Desporto, ainda pertencente ao Ministério da Educação. Permaneceu assim até 1989, quando então ocorreu, em 1990 sob presidência de Fernando Collor de Melo, a extinção da Secretaria ligada ao Ministério da Educação e criação da Secretaria de Desportos da Presidência da República. Esta secretaria teve como secretários Arthur Antunes Coimbra – Zico, de março de 1991 a abril de 1991 e Bernad Rajzman, de abril de 1991 a outubro de 1992. No ano de 1970, tal divisão foi transformada no Departamento de Educação Física e Desportos do Ministério da Educação e Cultura, compondo sua direção o Coronel Eric Tinoco Marques e o Coronel Osny Vasconcellos. De acordo com Duarte (2003, p. 214 – 215) “O jogo começou a ser organizado há 150 anos […] Em 1868 surge a figura do árbitro […] Em 1891 aparecem as redes”.

Os times que disputaram a primeira partida eram composta de um lado pela equipe formado por Charles Miller e por estrangeiros ingleses que viviam e trabalhavam no país. Os times ganharam o nome de Companhia de Gás e São Paulo Railway , sendo que a segunda equipe venceu o jogo por uma diferença de dois gols, um placar de 4 a 2. Por isso, ele é conhecido como o pai do futebol brasileiro e teve participação efetiva no primeiro jogo realizado no país, que aconteceu na capital paulista em 14 de abril de 1895. No começo, pela falta de espaço adequado para jogar bola, os alunos bateram suas primeiras peladas no pátio do colégio, um descampado que os jesuítas arrumaram para as aulas de educação física, grande novidade da época. Após o bicampeonato em 1962, o time foi eliminado em 1996, na primeira fase da Copa do Mundo, e o cenário se repetiu com outras seleções.

É notório que na época não eram considerados atividades esportivas, visto que sua utilização era pela necessidade e utilitarismo. E finalmente, não deixaríamos de comentar sobre um dos esportes mais inspiradores para os brasileiros. Pois é, realmente é difícil relatar uma data exata sobre tal surgimento. Dizem que o Esporte surgiu há muitos e muitos anos, o que não nos permite apontar uma data tão precisa para esse acontecimento. Há quem diga que o esporte vem da base de sobrevivência dos povos primitivos, quando para sobreviver precisavam lutar, correr, saltar, lançar objetos, praticar o arco e flecha, nadar, entre outras atividades, as quais hoje possuem modalidades esportivas específicas. Nessa mesma época relacionavam-se algumas atividades, que hoje podemos interpretar como esporte, aos rituais e práticas religiosas, os cultos aos deuses.

A escravidão fora extinta havia poucos anos e os negros não eram aceitos pelos clubes para a prática do esporte. Dessa forma, o futebol manifestava um dos problemas cruciais da transição do Império para a República, isto é, a “integração do negro na sociedade de classes”, como bem denominou o sociólogo Florestan Fernandes. O fim da escravidão, do Império, e a generalização das relações de trabalho livre não superaram os vícios aristocráticos da sociedade brasileira.

Expansão dos campos de Grama Sintética para Futebol Society

A seu convite, Sócrates e outros esportistas ligados ao futebol prestaram depoimentos sobre a situação do futebol em nosso país. Mas mesmo nos anos 20 — em que um Vasco da Gama podia ser expulso da primeira divisão carioca por ousar ser campeão com um time repleto de negros — já se notava certa integração entre as classes e as raças. Em São Paulo, o Corinthians, fundado em 1910, seguia fiel às sua origens nitidamente populares. No Rio, além do Vasco da Gama, clubes como o América e o Bangu pareciam não concordar com Epitácio Pessoa. É fato que em outras cidades as coisas não eram tão simples (Grêmio Porto-Alegrense, por exemplo, proibia em seus estatutos que negros lhe vestissem a camisa, proibição que só caducaria nos anos 50).


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